Eu só queria uma diva do funk!

Os mais críticos já falam de uma ‘One Hit Wonder’. Os fãs que vieram com “Show das Poderosas” não se preocupam muito com isso. Anitta, a garota do funk pop, se estabeleceu, mas não se firmou. As estratégias da gravadora são cada vez falhas e os outros dois singles (“Não Para” e “Zen”) não representaram o que deveriam.

Depois de uma breve estratégica sumida, preparou um DVD. O Brasil finalmente foi competente o bastante para produzir um espetáculo com cara internacional. Uma capacidade técnica de primeira e aplaudo de pé toda essa equipe. A internet choveu de elogios, Anitta repetiu só duas músicas. E olha, eu não fui à gravação, não estive nem perto de chegar lá, tudo que vi foram fotos, vídeos e comentários que pipocaram na internet. A melhor parte, dizem por aí, foi o funk. Sim, aquele que sempre esteve presente desde “Menina Má” e “Meiga e Abusada” quando ela ainda não era ninguém no mundo dos famosos e foi engolido por faixas de reggae no debut álbum.

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Vergonhoso? Não mesmo. Essa parte eu deixo para sua mais recente aparição. Mais precisamente as internacionais entrevistas em Portugal e Espanha. DEUS, porque não deram pra essa garota um pouco de assessoria? Não só eu, mas como todos aqueles que um dia foram a pequena legião de fãs pré-Show das Poderosas, vimos uma garota que não sabe se portar, não sabe se vender e sequer sabe levar uma conversa. Um despreparo preocupante para alguém que vende seu primeiro hit para a Europa.

Aquela diva do funk que agrada a todos foi substituída por uma vergonha alheia. Uma daquelas bem sinceras como ela mesma faz questão de afirmar. Na memória ficam as inúmeras vezes que deliramos com “Menina Má” e “Meiga e Abusada” com clipes incríveis produzidos pela Furação 2000.

Para um futuro? A gente espera que tragam aquela garota de volta ~na batida~ perfeita.

Enquanto isso, respiramos aliviados. Ainda bem que temos Valesca!